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Mostrando postagens de Novembro, 2015

Amor tranquilo

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Te vejo no mar tranquilo. Te ouço no canto dos pássaros. Te sinto num abraço delicado. Te sinto no sol ameno,
Das minhas manhãs... Te sinto como a brisa leve,
Que bate a tarde em minha janela... Como um perfume suave, Afagando os meus sentidos. 
No toque de tuas mãos, sinto a sensibilidade do amor.
Um carinho terno, que eu desejo que seja eterno.
Nanda Olliveh

Confiança

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Em simples instantes, sem você nem notar, a sua benção irá chegar. Na calmaria, sem correria... Deus nos abençoa com simplicidade... Não alimente a ansiedade. Quando você menos esperar...  Deus irá te alegrar! Recompensar a sua espera. 
A confiança que você depositou Nele!
Nanda Olliveh

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Eu escrevo com amor, com fé... sem grandes pretensões. Importa é, que as palavras aliviem corações.
Nanda Olliveh

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Deus nos dá justamente aquilo que precisamos, não necessariamente o que idealizamos.
Nanda Olliveh

Amadurecimento

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Hoje em dia, Eu não alimento mais amizades, Onde só eu, sou amiga. Não alimento mais ilusões, paixões de verões. Não alimento mais o ciúme, doí demais. Não alimento mais amores, onde só eu amo.
Não alimento mais alegrias, vazias, instantâneas, que logo depois deixam lágrimas no olhar. Não alimento mais, o que me aborrece, pois, a paz, é o que desejo. Não alimento mais, grandes expectativas, no final, decepcionam. Não alimento mais sonhos, em que Deus não está de acordo.
Hoje em dia,  Não vou mais, há lugares onde não sou bem-vinda. Não alimento mais, a minha confiança em preocupações, vazias de ações. Não alimento mais, as coisas insignificantes.

Porém, também não alimento mais a ilusão, De que não errarei, não cometendo tais erros ditos, escritos. Sou humana, imperfeita...
Nanda Olliveh

Simplesmente amor

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... eu não quero uma paixão de verão...  Quero um amor para toda eternidade...  Abençoado e aprovado por Deus. Um amor, uma verdade,  Que vá durar para todo sempre.
Com carinho, companheirismo... Felicidade, fidelidade... Um amor real, fortificado...  Que resista aos dias maus... Aos espinhos no meio do caminho.
Eu quero um amor que me dê colo,  Nos dias tristes. Que sorria comigo,  Nos dias alegres. Que seja remédio,  Quando eu me ferir. Que seja uma brisa leve,  Ao tocar meu rosto. Que seja fogo,  Ao tocar meu corpo.
Eu não quero nada mais,  Que o Amor!
Nanda Olliveh

Solitária

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Esquecida na cela, em suas prisões... ninguém a via. Não entendiam a dor que ela sentia... Oprimida, retida... pela sofrida despedida. Em frequente tensão, a dor latejando no coração... Imóvel (sem conseguir sair do lugar), noites a chorar.
... flor querida, ferida, sofrida... Solitária em seu mundo, cativa, muda, Em tristeza profunda.
Ansiava por afeto, pelo amor que um dia pousou em seu coração. Inesquecível paixão, que a fez murchar... Mas que um dia também a fez florir, sorrir, sonhar.
Doce ilusão, amarga decepção. Do querer e não ter. Do ter e não poder. Conflito, confusão, na exatidão do ser. Da flor, sofrendo pelo seu amor.
Nanda Olliveh

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... na solidão, nasce a canção... As mãos se inquietam... Os lábios clamam por um beijo.
... sensação de vazio... O pensamento voa... O silêncio é inevitável... a dor cala...
... coração em desalento... Frio momento... Olhar fixo para o nada...
Buscando alguém, nada além... Do calor de um abraço.
Nanda Olliveh

Rabiscando um pouco sobre poesia

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''Enquanto a poesia está dentro de nós, ela é sentimento... Quando é exposta, também se torna uma arte. Uma arte que faz muitos sonharem, se identificarem. Um alento para muitos corações, que desperta emoções... Uma viagem para um mundo invisível, onde muitos gostariam de viver.  Um mundo idealizado? Sim. Com mais amor, mais humanidade, mais verdade. A poesia tem esse dom, de nos tirar das duras realidades,  Nem que seja por alguns momentos, tornando a nossa realidade mais doce. Bendita seja a poesia nossa de cada dia.''

Nanda Olliveh

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Ódio não se alimenta, a gente mata ele com amor.

Nanda Olliveh