21 de outubro de 2015

Nostalgia


Eu ainda amo tanto você, que chega até doer... é uma mistura de saudade, com a verdade...

A verdade que eu ainda te amo. Na sua ausência eu percebo o quanto você marcou meu coração. Sinto falta da sua presença...
Olho sua fotografia e sinto um aperto no peito, os olhos ficam marejados.
Mas... de nós não restou mais nada, só as poucas lembranças e, uma vontade louca minha ainda, de te amar.
Eu até que tentei amar outro alguém..., mas como? Se dentro do meu peito há tanto de você.
Se em mim ainda sinto o calor do seu amor.

... tem sido tão difícil perceber, que nossas vidas não poderão se tornar apenas uma só vida...


Nanda Olliveh   

15 comentários:

Cidália Ferreira disse...

Um poema muito bonito, no entanto triste. Mas é nestes que está a beleza.

Beijo e um dia feliz

http://coisasdeumavida172.blogspot.pt/

Jaime Portela disse...

Gostei da sua prosa poética. Belíssima.
Um abraço, Nanda.

(CARLOS - MENINO BEIJA - FLOR) disse...

Lindeza de poema, sensibilidade, romantismo suave. Show, menina. bjs

Bell disse...

Ando bem assim =/

bjokas =)

Élys disse...

Um belíssimo poema, porém triste...
Um abraço.

Edumanes disse...

Se você tanto ama ele,
e se ele está ausente
porque sendo daquele
que você tanto amor sente,
não fica aí especada esperando
vai ao seu encontro a correr
se você o está amando
ele precisa de saber!

O seu poema de amor,
com mistura de saudade
como libertado da flor
o perfume em liberdade!

Tenha amiga Nanda Olliveh, uma boa tarde, um beijo-
Eduardo,

Fábio Murilo disse...

É, essas coisas acontecem... São os laços que tecemos, em que enredamos nossas vidas, numa só vida comprometida. Não dá pra meio amar, se envolver. Ou vai ou fica. Amar é um risco, quando ver já nos afastamos muito da costa, estamos em alto mar a a(mar), a milhas de qualquer lugar. E qualquer que seja o motivo da ausência, de quem tanto queremos, é uma tragédia, o chão se abre a nossos pés, sentimos um vazio, um frio ártico a nos congelar. É isso... Ótimo, Fê. Beijos!

Fê blue bird disse...

Demora a passar um amor assim tão intenso, mas amiga Nanda tem que seguir em frente !

Um beijinho

Lu Sam disse...

É tão triste quando alguém parte e parte algo em nós... Essas são as armadilhas do amor, o que era doce pode tornar-se fel... Mas um dia o peito cansa de doer e como flor que necessita de sol, volta a se abrir em busca de um novo amor.
beijis.

Paulo Francisco disse...

Verdade. Tem amor que dói na alma. Que acaba nos fazendo chorar. Às vezes eu choro miúdo e doído que nem respiro de tanto soluçar. Somos assim: amorosamente humanos, cheios de defeitos e sentimentos. Ah! como gostaria de flutuar como a música levada pelo vento.
beijogrande

Samuel Balbinot disse...

Boa tarde querida Nanda.. felizes de nós quando somos um só com o outro não é.. mas as vezes quer a vida nos dar outros experimentos.. que possamos crescer com eles pois o amor é sempre amor... bjs e feliz dia

Toninho disse...

Difícil quando estamos impregnados de ausências e esta vontade de revolver e renascer tudo nos abraça.
O difícil desejo de amar, que bom seria que tudo fosse uma sintonia.
Abraços e beijo amiga e seja feliz.

Rita Sperchi disse...

Bom dia de segunda e boa semana
passando para deixar um abraço ver suas postagens
maravilhosas, e convidar para me visitar e participar do
sorteio que farei para o Natal aguardo sua visita bjussss


└──●► *Rita!!

Beatriz Bragança disse...

Querida Nanda
Como a saudade dói!
Que poética forma de expressar essa dor!
Parabéns
Um beijinho
Beatriz

Laura Santos disse...

Acabar uma relação custa sempre, mas quando ainda se continua
a amar, essa saudade dói demasiado, e a verdade é que tanto nos
perguntamos porque teve que ser assim, e nunca encontramos uma resposta.
Tristemente belo, Nanda.
xx

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