13 de agosto de 2015

Doces dilemas



... doí muito saber que o telefone não irá mais tocar...
Que não precisarei mais lhe esperar...
Doí saber que você não estará mais aqui...
Enfim, tenho que seguir...

Nesse momento o frio da solidão abraça-me e,
Lembro-me do calor dos seus braços...
Das palavras ditas, da sua forma de amar enlouquecida...
Dos seus olhos nos meus... dizendo-me tantas coisas...

O que eu faço com essa saudade embrutecida?
Que rasga meu peito, que me deixa sem direito...
Sem o direito de lhe esquecer, de não sentir seu cheio no ar.
De não acalmar essa minha intensa vontade de lhe amar.


'' ... eu e os meus doces dilemas...
de amores que vem, de amores que vão...
Fazendo nascer agonia e poesia em meu coração... ''



Nanda Olliveh

12 comentários:

Paulo Francisco disse...

Eita! Isso é bom demais.
beijogrande

Daniel Costa disse...

Nanda, o poema é interessante, embora fale de solidão. Porém escrever poesia será sempre um ato solitário.
Beijos

Daniel Andre disse...

Li sua brilhante poesia, e fiquei com aquele gosto de amor incompleto, perdido em saudades. Parabéns !
Abraços,
Dan.

http://gagopoetico.blogspot.com.br/

Cidália Ferreira disse...

Um triste estado de Alma! Lindas e tristes palavras! Adorei

Beijinhos
http://coisasdeumavida172.blogspot.pt/

Elzinha Coelho disse...

Tocante e triste poema lindamente feito!

Beijos

Nanda Olliveh disse...

Certamente amigo poeta Daniel Andre! ...

Beijos!

Nanda Olliveh disse...

''Porém escrever poesia será sempre um ato solitário.''

Disseste bem, amigo Daniel!

Beijos!

Nanda Olliveh disse...

Obrigada amiga Cidália!

Um beijo!

Nanda Olliveh disse...

Obrigada amiga Elzinha!

Ontem estive em seu blog, li coisas lindas lá... mas não consegui comentar!

Beijos!

Nanda Olliveh disse...

Rs... beijo grande amigo Paulo Francisco!

Bandys disse...

Saudade é uma gavetinha que existe no amor.
belo poema.
beijos

Fábio Murilo disse...

Saudade é um fogo que queima em sua própria chama, que clama sem razão. Que chama sem mão. Que acena pro vazio. Um rio que não vai pro mar como vai todo rio. Um clamor sem audição. Grito abafado, (amar)go. Ausência de quem ama, vazio, clamor no deserto, caminhar incerto. Conversar com as paredes, intenso frio sem cobertor possível. Que só o abraço acolhedor, aquecedor, protetor, de quem agora não mais voltaria, resolveria... . As mais belas paginas são escritas, ironicamente, nesses momentos, Fê, em que o coração sangra. Tu é ótima, companheirinha. Beijos, visse? rs.

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