13 de abril de 2015

Sangrando

... com uma faca afiada, você rasgou meu coração, 
ferida dolorida, palavras mal ditas...
dor que não cessa.

Abri meu coração, deixei o orgulho de lado...
me permiti à paixão...
Lágrimas de tristeza, de decepção?
É o que me resta...
Expectativas destruídas, quebradas, cacos ao chão,
Pedaços do meu coração.

Como doí meu Deus... como doí...
A desesperança me abateu, faltam-me palavras
Para descrever o que estou sentindo...

Nesse momento, eu só queria de volta o riso que outrora, 
seu amor pôs em meus lábios...
Viver um dia, apenas um dia, dos dias em que sorrimos juntos...
Que nos alegramos, que nos amamos...

... as palavras fogem à minha dor...
Só me resta...
só me resta calar esse amor...

Nanda Olliveh

8 comentários:

Cidália Ferreira disse...

Olá Nanda

Triste!! Mas muito bonito. Parabéns

Beijos

http://coisasdeumavida172.blogspot.pt/

Carmen Lúcia.Prazer de Escrever disse...

Palavras tristes,mas grande em profundeza de um coração amargurado.
bjs amiga Nanda.
Carmen Lúcia.

Lilly Silva disse...

Lindo Nanda!!! Já sou fã dos seus textos...
Só me resta calar esse amor... ( só que não é fácil né?!...)
Beijos e beijos

http://simplesmentelilly.blogspot.com.br/

Bell disse...

Seria tão bom se as lágrimas fossem de alegria né?
Sdd danada viu...

bjokas =)

Edumanes disse...

Por que não param quedos!
isso eu não devo perguntar
fico com os meus ditos defeitos
entendo que os não devo incomodar.

Todavia, de o fazer tenho curiosidade,
não me contendo na minha anterior decisão
tenho que a minha amiga Nanda, de verdade
perguntar o motivo toda aquela agitação...

Terá sido por causa dos cacos no chão,
que se partiu quando o vaso caiu da janela
se calhar causou desassossego no seu coração
fazendo cair no chão uma lágrimas dos olhos dela?

Tenha uma boa tarde amiga Nanda Olliveh, um beijo.
Eduardo.

Élys disse...

Lindo, mas triste poema. O tempo, porém, sempre nos ajuda e nos faz novamente sorrir.
Beijos.

Rita Sperchi disse...

Lindo
Triste
Dolorido
Mas que tem um belo conteúdo
Bjuss Fernandinha do meu core......

Bjusss
Rita!!!!

Fábio Murilo disse...

Amar é se arriscar, é pular no abismo de olhos fechados. E se equilibrar entre a emoção e a razão. É não ter garantia nenhuma. É um senão a incomodar sempre, ou virar certeza que pode matar. Amor é cor, festa, cantar. Só que pagamos na mesma proporção de intensidade a alegria incontida com a dor mais atroz, o risco de uma possível desilusão. Choramos pela ausência, de abandono, decepção. Clamamos no deserto sós e entristecidos. E desejamos até nem ter amado. Mas tão logo outro alguém no acene, nos acenda uma luz no final do túnel, nos renovamos, esquecemos velhas magoas, antigos ressentimos, e como por milagre, eis a amarmos como da primeira vez, nos entregamos a uma essa nova paixão. E o chão rachado do nosso coração, volta, num passe de mágica, a florir, a exibir a antiga verdura, a candura das primeiras paixonites da adolescência, quando entregávamos sem reservas, sem medo, de um jeito de quem nunca conheceu a desilusão. Belíssimo poema, linda melodia, Beijos, Fê!

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